15ª CINEBH
- MOSTRA DE CINEMA DE BELO HORIZONTE
12TH
BRASIL CINEMUNDI -
INTERNACIONAL COPRODUCTION MEETING
28 de setembro a
03 de outubro de 2021
online e
gratuito
link: textos em laranja
Com a persistência da pandemia e a constância de
Festivais e Mostras Cinematográficas online, para quem ainda tem datas na
agenda, a recomendação é reservar, de 28/09/2021
a 03/10/2021, para maratonar a
programação imperdível da 15ª CineBH - Mostra de Cinema de Belo Horizonte e do 12º
Brasil CineMundi - International Coproduction Meeting, online e gratuita, no site CineBH e pelas redes sociais da Universo Produção.
Em sua 15ª edição, a CineBH -
Mostra de Cinema de Belo Horizonte reafirma o seu propósito de mostrar o cinema para o mundo, promover
o diálogo entre as culturas, aproximar
povos e continentes, fazer a conexão do cinema brasileiro com o mercado
audiovisual, realizar encontros de negócios, investir na formação, intercâmbio
e cooperação internacional, construir pontes nas escolas, comunidades, redes
sociais e com a cidade de Belo Horizonte e Minas Gerais.

O propósito do
Brasil CineMundi - International
Coproduction Meeting é o de apresentar, ao mercado, projetos de filmes
brasileiros em longa-metragem, facilitando as conexões entre as produções e o
mercado internacional, por meio de parcerias produtivas e da troca de
informações e ações. O
Brasil
CineMundi promove a ampliação da rede de contatos e negócios entre profissionais brasileiros e representantes da indústria nacional e estrangeira, além de atividades de capacitação, cooperação, intercâmbio, meetings e premiação, com foco nas tendências do cinema contemporâneo e na produção independente de perspectiva autoral inovadora.
A 15ª CineBH e do 12º
Brasil CineMundi integram o Cinema
sem Fronteiras 2021 – programa internacional de audiovisual idealizado pela
Universo Produção e que reúne também
a Mostra de Cinema de Tiradentes
(centrada na produção contemporânea, em janeiro) e a CineOP – Mostra de Cinema de Ouro Preto (que difunde o audiovisual
como patrimônio e ferramenta de educação, em junho).
a
vigilância dos novos tempos sob a ótica do cinema
no
centro da programação da 15ª CineBH
Ao longo de seis dias de intensas atividades, serão
exibidos 90 filmes nacionais e internacionais em pré-estreias e mostras temáticas, vindos 12 estados do
Brasil (AL, BA, CE, DF, MG, MT, PE, RJ, RR, RS, SC e SP) e de 17 países
(Alemanha, Argentina, Brasil, Espanha, EUA, Finlândia, França, Índia, Israel,
Itália, Portugal, Reino Unido, Romênia, Rússia, Qatar, Turquia e Uruguai), 5 debates, 5 painéis, 10 rodas de
conversa, 1 show case, 2 masterclasses internacionais, 2 workshops, encontros de coprodução, oficinas
e muitas outras atividades para
pensar o mercado audiovisual a partir do que está sendo feito no presente
(especialmente com as limitações impostas pela pandemia de Covid-19) e do que
será o cinema do futuro. Sempre atenta aos movimentos do mundo e especialmente
a como o cinema responde ao próprio entorno, a CineBH este ano vai colocar em foco
assuntos relacionados ao uso das tecnologias de vigilância na construção de
expressões audiovisuais que colocam em xeque o controle do indivíduo numa
sociedade hiperconectada.
"Realizar
dois empreendimentos focados no mercado audiovisual neste cenário de transições
e transformações representa compromisso, responsabilidades e ações
compartilhadas, nas quais a vontade, a persistência e a determinação são
ingredientes que ampliam as possibilidades de seguir acreditando na potência da
nossa cultura. A Mostra CineBH e o Brasil CineMundi são espaços de formação,
intercâmbio, lançamento e discussão da mais significativa produção
cinematográfica atual. Estabelecem diálogo entre as culturas, ampliam as
oportunidades de negócios, parcerias e participações de projetos e
profissionais brasileiros no mercado global. E, ainda, reserva um espaço para
as manifestações coletivas e sociais da cidade de Belo Horizonte mostrando a
força que vem das comunidades”, ressalta a diretora da Universo Produção e
coordenadora geral da Mostra CineBH e do Brasil CineMundi, Raquel Hallak.
TEMÁTICA
E DESTAQUE
A temática da 15a CineBH será Cinema e Vigilância, em referência ao
novo estatuto do controle que surge com as atuais tecnologias e atravessa a
economia, os costumes e todo nosso imaginário, influenciando cineastas e
orientando intersecções entre estética e política, privacidade e espetáculo,
linguagem e fato. A proposição do trio de curadores Pedro Butcher, Francis
Vogner dos Reis e Marcelo Miranda é a de investigar de que maneira o conceito
de “vigilância” surge nos primórdios do próprio cinema e se desenvolve ao longo
das décadas, sendo radicalmente alterado há 20 anos, com os atentados do 11 de
Setembro, e passando por outra reconfiguração com a ascensão das grandes
“marcas” de comunicação e relações sociais, como Facebook, Apple, Google e
Amazon.
“Em tempos de
fake news, o mito da imagem como testemunho já não determina mais que o
registro da câmera seja sempre um retrato da realidade. O que a ficção do
cinema, durante o século 20, imaginava como distopia de uma sociedade
controlada por uma instância de poder invisível, em personagens controladores
como o Dr. Mabuse do Fritz Lang, ganhou uma dimensão inimaginável hoje em dia”,
afirma Pedro Butcher.
Durante a CineBH, filmes e mesas de debates
vão amplificar as ideias e fazer as pontes entre os mecanismos históricos e
modernos de vigilância e a relação com o cinema e a forma de produzir
audiovisual. “A utilização de dispositivos
tecnológicos altamente sofisticados marca a estética e a narrativa de muitos
filmes realizados sob o impacto do 11 de Setembro, refletindo os efeitos
nocivos ou excludentes desses sistemas de vigilância e apropriando-se das
próprias imagens geradas por essas tecnologias para transmitir efeitos críticos
ao espectador”, afirma Francis Vogner.
Uma das questões a serem abordadas é em que medida a
pandemia amplificou ainda mais as dependências do indivíduo com os aparatos
tecnológicos – não só dispositivos materiais, mas toda uma rede abstrata e
não-concreta de bits, algoritmos, localizadores e monitoramentos que acontecem
literalmente a cada segundo que estamos próximos de algum aparelho conectado a
qualquer tipo de rede de informações. “Isso,
ao fim, é produção de um novo tipo de imagem, tanto na sua natureza quando na
sua utilização. E até pela inquietude natural de artistas que usam a imagem
como meio de expressão, elas chamam atenção para novas formas de realização
cinematográfica que estão aparecendo agora, respondendo a tudo isso”,
completa Marcelo Miranda.
 |
O Assassinato de Harith Augustus |
Relacionado à temática de Cinema e Vigilância, o destaque internacional da CineBH
em 2021 é o coletivo multidisciplinar Forensic Architecture. Fruto de
pesquisas inovadoras através do cinema e audiovisual, o grupo, com base na
universidade Goldsmith, em Londres, faz uso subversivo dos mecanismos e imagens
de vigilância atuais (como registros captados por satélites, câmeras de
segurança, portáteis e smartphones) para investigações profundas sobre diversos
assuntos de interesse mundial e humanitário. Realizando obras entre o
documentário e as artes visuais, o Forensic Architecture investiga e
reconstitui situações de guerra, confronto e desrespeito aos direitos humanos e
ao meio ambiente, levando em consideração contextos jurídicos, políticos e
artísticos. O grupo foi fundado em 2011 pelo arquiteto israelense Eyal Weizman
e reúne integrantes de várias áreas, como cineastas, arquitetos, urbanistas e
ativistas de diversos países – um dos fundadores do grupo é o arquiteto
brasileiro Paulo Tavares, que participará de debates durante a Mostra.
A sessão de abertura, na noite de 28 de setembro de 2021, será a
conjugação de todas essas linhas com o debate inaugural reunindo Paulo Tavares
(arquiteto, fundador do Forensic Architecture), Bernardo
Oliveira (crítico e pesquisador) e Patrícia Mourão (pesquisadora, professora e
curadora), para discutirem Cinema e Vigilância, e a exibição de O Assassinato de Harith Augustus,
conjunto de curtas-metragens do Forensic que apresenta aspectos diferentes de
uma investigação meticulosa em torno da morte de um homem negro pela polícia de
Chicago no dia 14 de julho de 2018.
SELEÇÃO
DE FILMES E MOSTRAS TEMÁTICAS
 |
A Primeira Noite de Joana |
Na Mostra
Contemporânea, a CineBH conta com 27
filmes: 16 curtas-metragens e 11 longas, entre brasileiros e
estrangeiros. Do Brasil, vem um panorama de urgência da produção nacional, com
muitos trabalhos recém-finalizados em plena pandemia e outros que estiveram
sendo preparados e foram pegos de surpresa quando 2020 chegou alterando
quaisquer expectativas. Os longas trazem novidades que também contêm paralelos
com a temática de Cinema e Vigilância, ainda que não
sejam diretamente conectados a ela: Um Dia Qualquer (Pedro Von Kruger, RJ), Desaprender a Dormir (Gustavo Vinagre, SP), A Primeira Noite de Joana
(Cristiana Oliveira, RS) e Nós, Passarinhos (Antonio Fargoni, SP). Os curtas estão
divididos em quatro sessões cujos títulos são autoexplicativos: Brasil de agora; Geometrias do espaço; Medo e delírio; Visões adiante.
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Auto da Resistência |
Especificamente na Mostra Temática, os brasileiros incorporam em suas formas várias
das questões que estarão em debate no evento. Em pré-estreia nacional, Cena do Crime (Pedro Tavares, RJ) apresenta uma trama policial
singular, toda narrada do ponto de vista de câmeras que podem (ou não) ter
captado um crime. Por sua vez, Auto de Resistência (Natasha Neri e Lula de Carvalho, RJ),
acompanham-se famílias das vítimas dos homicídios praticados pela polícia do
Rio de Janeiro, do momento da morte, passando pelas investigações da polícia
aos julgamentos ou arquivamentos de processos.
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Na Casa do Diretor |
Nos títulos estrangeiros da Mostra Contemporânea, cinco filmes em pré-estreia mostram, de
formas diversas, as contradições de um mundo muito prático nas relações com
máquinas e dispositivos e que se vê também sob controle desses mecanismos. Do
pesadelo distópico de Nas Sombras (Erdem Tepegöz,
Turquia) ao esquisito pastiche de reality show Na Casa do Diretor (Mark Isaacs, Reino Unido), passando pelo
olhar sempre brutal do consagrado documentarista israelense Avi Mograbi (Ocupação), das questões familiares
dentro de uma sociedade segregada em Um Rifle e uma Bolsa (Cristina Haneș, Isabella Rinaldi, Arya
Rothe, Índia/ Romênia/ Itália/ Qatar) e a atenção de um cineasta a moradores de
rua na Harlem contemporânea na epopeia intimista Eu Ando sobre a Água (Khalik Allah, EUA).
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Transformers: O Premake |
Os estrangeiros da Mostra Temática se espalham por várias frentes relativas ao Cinema e Vigilância. A maioria é de verdadeiras investigações
sobre o estatuto das imagens e de que forma sua captação pode ser usada por
instâncias opressivas de poder sob variadas formas. A partir de centenas de
registros amadores das filmagens de um filme da franquia Transformers, por exemplo, Kevin B. Lee concebeu Transformers: O Premake (EUA), onde
vemos não só a dimensão da ubiquidade das câmeras, mas também da operação de
guerra que é a produção de um grande blockbuster
hollywoodiano da era global. Outros se fazem valer de estruturas
semelhantes, como Eleonore Weber em seu Não Haverá Mais Noite (França), feito a partir de imagens
captadas por helicópteros em missões de guerra no Afeganistão, Iraque e Paquistão,
revelando um aterrador teatro da guerra. Outros títulos se relacionam de formas
igualmente críticas com as estruturas de registro, como Toda Luz em Todo Lugar (EUA), documentário de Theo Anthony que
examina com detalhes vários aspectos da sociedade da vigilância, e O Monopólio da Violência (França),
de David Dufresne, cujo foco são as manifestações do movimento dos “coletes
amarelos” que tomaram conta da França em outubro de 2018.
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Aelita, Rainha de Marte |
A mostra Diálogos
Históricos em 2021 também se conecta à temática buscando justamente na
história do cinema alguns instantes em que as ações de controle foram
transformadas em elementos expressivos por cineastas atentos ao que acontecia
em seus contextos. Todas as sessões são acompanhadas por um bate-papo entre
curadores da CineBH e críticos ou pesquisadores convidados para falarem
sobre o filme em questão. Serão Aelita, Rainha de Marte (Yakov
Protazanov, União Soviética, 1924), comentado pelo pesquisador João Lanari; O Testamento do Dr. Mabuse (Fritz
Lang, Alemanha, 1933), com comentários do crítico Inácio Araujo; e O 5º Poder
(Alberto Pieralisi, Brasil, 1962), comentado pelo pesquisador Reinaldo
Cardenuto.
 |
A Vida Útil - Um Conto de Cinema |
Por ocasião da masterclass
Roteiro e processos de criação, evento realizado em conjunto
com Brasil CineMundi, a mostra contemporânea internacional traz
ainda dois filmes do cineasta uruguaio Federico Veiroj, um dos maiores talentos
da nova geração de realizadores latino-americanos. Serão exibidos A Vida Útil - Um Conto de Cinema,
filme que tem como cenário a Cinemateca Uruguaia, e Vida de doleiro, drama policial que conta com participação
especial do ator brasileiro Paulo Betti e fala sobre corrupção nos tempos da ditadura
militar.
Na mostra A
Cidade em Movimento, composta por trabalhos realizados em bairros e
comunidades de Belo Horizonte e região metropolitana, a proposta da curadora
Paula Kimo foi a de Cidade (em) comum, pensada a partir de alguns questionamentos:
é possível pensar uma comunidade de imagens que dialoga com as práticas e
fazeres coletivos que movem a cidade? Como os gestos de produção coletiva e
compartilhada se inscrevem nos filmes que a cidade produz, não apenas do ponto
de vista temático, mas também na forma, na narrativa e nos processos de criação
e distribuição dos filmes? Serão 20
filmes exibidos em cinco sessões,
todas acompanhadas de rodas de conversa
com convidados e convidadas para estenderem a experiência (estética e
comum) dos trabalhos. Saiba mais detalhes dos filmes e convidados da mostra em A Cidade em Movimento.
Por fim, na programação de filmes da CineBH,
estudantes e educadores têm programação garantida com a realização das sessões
Cine-Escola e Cine-Debates planejados para atender a alunos a partir de 5 anos
de idade. Os filmes ficam disponíveis no site www.cinebh.com.br, possibilitando
que os professores tenham tempo para trabalhar os títulos com os alunos.
BRASIL
CINEMUNDI
O
EVENTO DE MERCADO DO CINEMA BRASILEIRO
Chegando à sua 12ª edição em 2021, o
Brasil
CineMundi, evento de mercado do cinema brasileiro que acontece em
edições anuais e consecutivas desde 2010 durante a
CineBH -
Mostra Internacional de Cinema de Belo Horizonte, será novamente
realizado em formato. Consolidado como plataforma de rede de contatos e
negócios para a produção do país em relação com outros profissionais do mundo
todo, o
Brasil CineMundi se configura num encontro de coprodução
internacional que apresenta ao mercado projetos de filmes brasileiros e
facilita e potencializa as conexões entre realizadores independentes por meio
de parcerias produtivas e troca de informações e ações.
Todos os anos são selecionados diversos projetos que
irão compor as rodadas de negócio, através de encontro com produtores e
orientações de diversos profissionais para um maior aproveitamento das
propostas e caminhos de viabilidade de realização. Em 2021 serão 45 projetos participantes. A categoria Em Desenvolvimento está subdivida
em Horizonte (antiga categoria CineMundi), Doc Brasil Meeting (documentários),
Foco Minas (projetos de Minas
Gerais), e, novidade deste ano, Paradiso Multiplica, resultado de
parceria com o Projeto Paradiso,
incubadora de talentos, na oferta de mentoria de roteiro através de encontros
com profissionais do programa. As outras categorias são Produção, para projetos em fase de
realização; e Finalizado, para filmes em busca de
distribuição e vendas.
Com a parceria de diversas iniciativas de fundos de
produção, o CineMundi conta com
prêmio aos projetos mais bem cotados pelos júris de avaliação. Há bolsas de
desenvolvimento, participação em eventos internacionais de coprodução e
incentivos à criação.
PROGRAMA
DE FORMAÇÃO E DEBATES
Para ampliar conceitos e práticas na capacitação de
profissionais, troca de experiências entre diferentes agentes do setor
audiovisual, intercâmbio, encontros, diálogos, discussões e rede de contato e
conexões globais com foco no mercado audiovisual, o Programa de Formação Audiovisual integra a programação da 15ª Mostra
CineBH e do 12º Brasil CineMundi - Encontro
Internacional de Coprodução. Serão 50 profissionais brasileiros e
estrangeiros de destaque na cena audiovisual em 5 debates, 10 rodas de conversa, 2 masterclasses internacionais, 2 workshops, 1 showcase, 5 painéis, 1 estudo de caso, 2 filmes
em processo, oficinas.
CINEMA
PARA A FAMÍLIA
 |
Trincheira |
A 15ª CineBH - Mostra Internacional de Cinema
de Belo Horizonte, o evento de cinema da capital mineira, integra o Cinema sem Fronteiras 2021 - programa
internacional de audiovisual idealizado e realizado pela Universo Produção.
Promove a conexão entre o cinema brasileiro e o mercado internacional.
Apresenta-se como instrumento de formação, reflexão, exibição e difusão do
audiovisual em diálogo com outros países, fomento o empreendedorismo, dissemina
a informação, produz e difunde conhecimento, cria oportunidades de rede de
contatos e negócios, reúne a cadeia produtiva do audiovisual em uma programação
abrangente e gratuita.
15ª
CINEBH
28/09/2021
a 03/10/2021
90 Filmes Nacionais e Internacionais
online
e gratuitos
site
CineBH
 |
Toda Luz em Todo Lugar |
Em sua 15a edição, a CineBH – Mostra Internacional de Cinema de Belo Horizonte será, pela
segunda vez, em plataforma virtual, em função da pandemia de Covid-19. Assim, o público de todo o Brasil e de qualquer
lugar do mundo poderá assistir
gratuitamente a vasta programação de filmes (títulos históricos e
pré-estreias nacionais e internacionais), divididos em nove mostras temáticas,
que será disponibilizada ao longo do evento. É só acessar o site CineBH
e escolher os filmes que quer assistir.
“É um trabalho
de prospecção, de encontrar filmes que tenham o frescor da novidade e que ao
mesmo tempo tenham relação com as ideias que estamos propondo. Não definimos os
filmes a partir do conceito, mas naturalmente, durante a seleção, chama a
atenção quando essa conexão acontece”, diz Francis Vogner. “Essa questão da
tecnologia usada para controle social e político está muito presente em toda a
história do cinema, desde Chaplin e desde ‘Mabuse’, e nunca saiu de cena. O que
aconteceu foi que, mais recentemente, os dispositivos, os algoritmos, o uso
dessa máquina virtual, se amplificaram e atingem a todos nós, e o cinema tem
respondido a isso de forma crítica e contundente”.
MOSTRA TEMÁTICA
 |
Cena do Crime |
Auto de Resistência
de Natasha Neri E Lula Carvalho (RJ)
Canções Engarrafadas 1-4
de Kevin B Lee E Chloe Galibert-Laîné (França)
Cena do Crime
de Pedro Tavares (RJ)
Circuito Hackeado
de Deborah Stratman (EUA)
Coração de Cachorro
de Laurie Anderson (EUA)
Fala Cassandra
de Miguel
Antunes Ramos (SP)
Não Haverá Mais Noite
de Eleonore Weber (França)
Memórias da Terra (Wip)
de Paulo Tavares (DF)
Nunca é Noite no Mapa
de Ernesto de Carvalho (PE)
O Monopólio da Violência
de David Dufresne (França)
Pode O Sol Mentir?
de Susan Schuppli (Reino Unido)
Toda Luz em Todo Lugar
de Theo Anthony (EUA)
Transformers - O Premake
de Kevin B Lee (EUA)
MOSTRA FORENSIC
ARCHITECTURE
 |
Gás Lacrimogênio em Plaza de la Dignidad |
Estudos de Nuvens, Forensic
Architecture
(Reino Unido)
Gás Lacrimogêneo em Plaza de la
Dignidad
Chile, Forensic Architecture (Reino Unido)
O Assassinato de Harith Augustus:
Anos,
Forensic Architecture
(Reino Unido)
O Assassinato de Harith Augustus:
Dias,
Forensic Architecture
(Reino Unido)
O Assassinato de Harith Augustus:
Horas,
Forensic Architecture
(Reino Unido)
O Assassinato de Harith Augustus:
Milissegundos,
Forensic Architecture
(Reino Unido)
O Assassinato de Harith Augustus:
Minutos,
Forensic Architecture
(Reino Unido)
O Assassinato de Harith Augustus:
Segundos,
Forensic Architecture
(Reino Unido)
Se o ar Tóxico é um Monumento à
Escravidão,
como o Derrubamos? Forensic Architecture
(Reino Unido)
MOSTRA DIÁLOGOS HISTÓRICOS
 |
O Testamento do Dr. Mabuse |
Aelita, Rainha de Marte
de Yakov Protazanov (Rússia)
O Quinto Poder
de Alberto Pieralisi (Brasil)
O Testamento do Dr. Mabuse
de Fritz Lang (Alemanha)
MOSTRA CONTEMPORÂNEA
INTERNACIONAL
 |
Así Hablo el Cambista |
A Casa do Diretor
de Mark Isaacs (Reino Unido)
Así Hablo el Cambista
de Federico Veiroj (Uruguai / Argentina /
Alemanha)
Eu Ando Sobre a Água
de Khalik Allah (EUA)
La Vida Util - Um Conto de Cinema
de Federico Veiroj (Uruguai / Espanha)
Na Sombras
de Erdem Tepegöz (Turquia)
Os Primeiros 54 Anos
Pequeno Manual para Ocupação Militar
de Avi Mograbi (França, Finlândia, Israel,
Alemanha)
Um Rifle e uma Bolsa
de Cristina Haneș, Isabella Rinaldi, Arya
Rothe (Índia/ Romênia/ Itália/ Qatar)
MOSTRA CONTEMPORÂNEA
BRASIL - LONGAS
 |
Desaprender a Dormir |
Um Dia Qualquer
de Pedro Von Kruger (RJ)
Desaprender a Dormir
de Gustavo Vinagre (SP)
Nós, Passarinhos
de Antonio Fargoni (SP)
A Primeira Noite de Joana
de Cristiana Oliveira (RS)
MOSTRA CONTEMPORÂNEA |
SESSÃO CINEMUNDI
 |
Por Onde Anda Makunaíma? |
A Febre
de Maya Da-Rin (Brasil, Alemanha, França)
A Morte Habita à Noite
de Eduardo Morotó (SP/PE)
Aos Olhos de Ernesto
de Ana Luiza Azevedo (RS)
Carro Rei
de Renata Pinheiro (PE)
Desterro
de Maria Clara Escobar
(Brasil/Argentina/Portugal)
Por Onde Anda Makunaíma?
de Rodrigo Séllos (RR/ SP)
Todos os Mortos
de Caetano Gotardo e Marco Dutra
(Brasil/França)
MOSTRA CONTEMPORÂNEA
BRASIL - CURTAS
 |
Medo da Chuva em Noite de Frio |
A8
de Lúcio Branco (RJ)
Afetadas
de Jean (PE)
Algoritmo
de Thiago Foresti (DF)
Bicho
de Ian Capillé (RJ)
Construção de uma Vista
de Fábio Andrade (RJ)
Contorno
de Fábio Andrade (RJ)
Floresta Espírito
de Clara Chroma (SP)
Inabitável
de Matheus Farias & Enock Carvalho (PE)
Medo da Chuva em Noite de Frio
de Victor Hugo Fiuza (RJ)
Modo Noturno
de Calebe Lopes (BA)
Muriel
de João Pedro Faro (RJ)
Os Pilotos do Plano
de Bruna Lessa (SP)
Per Capita
de Lia Letícia (PE)
Portugal Pequeno
de Victor Quintanilha (RJ)
Rafameia
de Mariah Teixeira e Nanda Félix (PB)
Sem Título # 7: Rara
de Carlos Adriano (SP)
MOSTRA A CIDADE EM
MOVIMENTO
 |
[O Vazio Que Atravessa] |
[O Vazio Que Atravessa]
de Fernando Moreira (MG)
A Única Coisa Que Entendo Como Norte
é a Liberdade
de Luciana Cezário (MG)
Amador
de Cris Ventura (MG)
Aurora
de Leo Ayres (MG)
Casa Número Zero
de Breno Mesquita (MG)
Cidade Analógica
de Eduardo DW e Álvaro Starling (MG)
Coletivo
de Wend Fernandes (MG)
Conselheira
de Rafael Bacelar (MG)
Dinheiro
de Sávio Leite e Arthur B. Senra (MG)
Ditadura Roxa
de Matheus Moura (MG)
Dois
de Guilherme Jardim e Vinícius Fockiss (MG)
Ela, Dora!
de Franco Dafon e Renata Victoriano (MG)
Escorre
de Thiago Monteiro & Kelly Crifer (MG)
Eu vi nos seus olhos, da janela, eu
vi, que era o fim
de Larissa Muniz (MG)
Morde & Assopra
de Stanley Albano (MG)
O Resto
de Pedro Gonçalves Ribeiro (MG)
Opção do Tomo
de Antônio Beirão Xavier (MG)
Sessão 27
de Haendel Melo (MG)
Um de Vermelho e um de Amarelo
de Lipe Canêdo, GM & Fr4ad (MG)
Urdido
de Samuel Quintero (MG)
SESSÃO CINE-ESCOLA
 |
O Menino e o Ovo |
A Menina e o Velho
de Luciano Fucinato (SC)
Ana & Copacabana
de Edem Ortegal (RJ)
Atravessa a Vida
de João Jardim (RJ)
Mensagem das Estrelas
de Ariel Pereira Quintela (SP)
O Menino e o Ovo
de Juliana Capilé (MT)
O Meu Bichinho de Estimação
de Jaqueline Dulce Moreira (MG)
Raone
de Camila Santana (SP)
Vento Viajante
de Os Alunos / Analúcia Godoi (CE)
MOSTRINHA
 |
Miúda e o Guarda-Chuva |
Miúda e o Guarda-Chuva
de Amadeu Alban (BA)
Torcida Única
de Catarina Forbes (SP)
Trincheira
de Paulo Silver (AL)
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